segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Redes Sociais e Resultados
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Gestão por Competência em Instituições de Ensino
da administração, que se julgam necessárias para o crescimento da organização educacional. Neste cenário a gestão de recursos humanos assumiu uma função importante: gerenciar as competências destes profissionais para que, dessa forma, eles possam atingir os objetivos traçados pela organização. Por ser um mercado em franco crescimento, é de se esperar que as organizações da área de educação tornem-se cada vez mais exigentes, inclusive requerendo dos seus profissionais uma nova postura. Em meio às intensas mudanças econômicas, sociais, políticas e culturais que vivenciam nossa sociedade surgem novas práticas profissionais dos docentes. Mezomo (1994) afirma que o diferencial das organizações educacionais está cada vez mais centrado na qualidade pessoal e no desempenho profissional dos seus recursos humanos. Para Libâneo (2001), a identidade profissional do professor é o conjunto de conhecimentos, habilidades, atitudes, valores que definem e orientam a especificidade do seu trabalho. Com base nesta afirmação ele apresenta duas dimensões da identidade profissional do professor: os saberes e as competências. Saberes são conhecimentos teóricos e práticos requeridos para que o profissional possa exercer sua profissão e Competências são as qualidades, capacidades, habilidades e atitudes relacionadas a esses conhecimentos teóricos e práticos, que permitem o exercício da profissão de forma adequada. Portanto, não há mais como se pensar em produtividade, resultados e pessoal qualificado na área de educação, sem que haja uma preocupação e atenção para as competências das pessoas e da própria organização. Os dirigentes das instituições de ensino requerem profissionais preparados, pessoas portadoras de novas habilidades e atitudes que venham a contribuir com a empresa. Geralmente, estes gestores, possuem o conhecimento tácito das competências necessárias para o desenvolvimento organizacional, entretanto, faltam-lhes orientações sobre como operacionalizar
a administração de tal potencial, que ações e medidas devem ser tomadas para desenvolvê-las no âmbito das instituições de ensino.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Minha Velha e Nova Carreira
Considerando que as carreiras estão ficando cada vez mais curtas, principalmente quando se trata de geração y, e as pessoas mais dispostas a trocar a remuneração por desenvolvimento, cresce assustadoramente o número de profissionais que desejam mudar de carreira. E eu sou um destes!! Na verdade, não seria mudar de carreira, e sim retornar a minha carreira inicial, quando fiz uma escolha pela minha área de formação – Comunicação.
Depois de dez anos me preparando na área de RH e desenvolvendo diversos trabalhos voltados para gestão de pessoas, parei para repensar sobre minhas escolhas durante toda esta trajetória. Muitas vez pensei, será que desviei do caminho inicial que tracei? Ou será que reforcei este caminho com o conhecimento e experiências adquiridas? O importante agora é que parei para repensar, e repensar sobre nossas escolhas faz parte do nosso crescimento, do desenvolvimento pessoal e profissional. Para Clarice Lispector: “Entre o ‘sim’ e o ‘não’, só existe um caminho: escolher”. Portanto, decidi escolher aquilo que realmente me dá prazer! Trabalhar com a gestão da comunicação nas organizações, este é o trabalho que traz realizações e resultados na minha carreira profissional. Mas, nada melhor do que conciliar o prazer de fazer com a nossa vocação (chamado). E como a vocação precisa estar aliado ao conhecimento e habilidades, decidi também buscar uma maior preparação, nos próximos anos farei um doutorado em comunicação organizacional, visando fortalecer meu conhecimento, além, é claro, de buscar, nesta nova fase da minha carreira, uma recolocação no mercado de trabalho na área de comunicação.
Mudar de carreira durante nossa trajetória exige de nós a capacidade de abertura para o novo e interesse em conhecer coisas novas, exige este momento da escolha. E escolher implica também em renunciar. Para abraçar a minha paixão por comunicação, faz-se necessário deixar as atividades em RH, não será nada fácil, meu conforto se encontra nas palavras de Albert Schweitzer “Um homem não é grande pelo que faz, mas pelo que renuncia.” Fiz uma escolha, e terei que renunciar outras escolhas, para voltar a ter a minha tão velha e nova carreira.
terça-feira, 5 de outubro de 2010
RRPP na sua empresa
É nesta linha de entendimento que o conceito das Relações Públicas se apresenta em alguns países em que a profissão é reconhecida, como na França que afirma as Relações Públicas como inicialmente, o conjunto de meios utilizados pela empresa para criar um clima de confiança junto ao seu pessoal, junto aos grupos com os quais se acham ligados e, comumente, junto ao público em geral, tendo em vista proteger sua atividade e favorecer seu desenvolvimento (Louis Salleron). Na Bélgica as Relações Públicas são o meio para preencher a profunda necessidade de renovação espiritual da humanidade, buscando solucionar a crise de nossa civilização contemporânea, resultante da falta de equilíbrio entre o progresso técnico e o moral. Esta idéia tem um longo caminho a percorrer antes de ser completamente aceita, dando assim às nossas empresas e instituições a quarta dimensão que elas requerem (F. Minoresco). E no Brasil – Relações Públicas é o esforço deliberado, planificado, coeso e contínuo da alta administração para estabelecer e manter uma compreensão mútua entre uma organização pública ou privada, assim como entre a organização e todos os grupos sociais aos quais está ligada, direta ou indiretamente.
Uma profissão, portanto, reconhecida e regulamentada nacional e internacionalmente, que pode, e muito contribuir com o fortalecimento das relações da sua empresa com os mais diversos públicos de interesse. Insira no seu quadro de pessoal este profissional. Mais informação sobre a profissão entre em contato com seu conselho (CONRERP – Conselho Regional dos Profissionais de Relações Públicas – 5ª Região – conrerp5@terra.com.br).
O que faz RRPP?
O que faz RRPP?
As Relações Públicas, portanto, caracterizam-se pela aplicação de conceitos e técnicas de Comunicação Estratégica - com o objetivo de atingir de forma planificada os objetivos globais e os macro-objetivos para as organizações; Comunicação Dirigida - com o objetivo de utilizar instrumentos para atingir públicos segmentados por interesse comuns; Comunicação Integrada - com o objetivo de garantir a unidade no processo de comunicação com a concorrência dos variados setores de uma organização.
Nos últimos anos a área de comunicação nas organizações vem crescendo e se estruturando, apontando mudanças, tanto com relação à formação acadêmica dos profissionais que atuam na área, quanto à posição ocupada por eles no organograma, sinalizando, como já dito, que a Comunicação Corporativa tem tido importância cada vez mais estratégica nas empresas. É fundamental, pois, ressaltar quais as práticas desenvolvidas pelo profissional especialista em comunicação – o que faz RRPP?
São atividades específicas de RRPP: o planejamento e coordenação de pesquisas de opinião pública para fins institucionais e de imagem; planejamento e execução de campanhas de opinião pública; orientação aos dirigentes de instituições públicas ou privadas na formulação das políticas de Relações Públicas; promoção da integração institucional na comunidade; informação e orientação da opinião pública sobre os objetivos elevados das instituições; assessoramento na solução de problemas das instituições que repercutam perante a opinião pública (gerenciamento de crises). Atividades estas fundamentais para resgatar, manter e conquistar uma imagem positiva da sua organização perante os seus públicos. Conheça, valorize e contrate este profissional! Mais informações sobre a profissão procure o conselho - conrerp5@terra.com.br.
O que é RRPP?
A partir de então, a profissão de Relações Públicas que iniciou timidamente, tornou-se essencial em todas as organizações do mundo globalizado. Uma área que atualmente se apresenta em franco desenvolvimento em razão da conscientização da sociedade que reforça a necessidade de maior transparência nas relações. Relações com consumidores mais exigentes, leitores e espectadores mais atentos, funcionários mais conscientes, vivemos o momento em que a informação está cada vez mais democatizada pelo ambiente digital e a interatividade é feita em tempo real, tudo isso e muito mais exigem das organizações a ampliação do diálogo, o fortalecimento do relacionamento entre as pessoas. E essa é a especialidade da área de Relações Públicas, cuidar das relações entre os mais diversos públicos de interesse das organizações.
A tendência e as perspectivas das relações públicas no Brasil e no mundo são promissoras, uma profissão do presente e do futuro. Segundo uma Pesquisa da Revista Exame (ano 39, nº7, 13/abril/2005), baseado no Estudo do Instituto do Trabalho dos EUA, a Profissão de Relações Públicas está entre as cinco carreiras mais promissoras para os próximos 10 anos. Conheça, valorize e seja este profissional! Mais informações sobre a profissão procure o conselho - conrerp5@terra.com.br.
domingo, 22 de agosto de 2010
RH x RP
Qual a relação entre Recursos Humanos e Relações Públicas?
Recentemente fui procurada por uma aluna da Faculdade Cásper Líbero (em São Paulo) fazendo esta indagação. Este mesmo questionamento também é feito por meus alunos dos cursos de pós-graduação em Gestão de Pessoas que migraram da área de comunicação (especificamente relações públicas) para o RH. O que RH tem a ver com RP e como é ou deve ser esta relação? Na década de 70, quando a comunicação organizacional no Brasil teve seu início, não podíamos ainda contar com profissionais da área de comunicação, pois o primeiro curso de Jornalismo foi criado em 1947 pela faculdade acima citada e o de Relações Públicas em 1967, pela Escola de Comunicação e Artes em São Paulo. Foi somente nas décadas de 80 e 90 que ocorreu o desenvolvimento da comunicação empresarial no nosso país. Portanto, antes da existência dos departamentos de comunicação, da presença de comunicadores formados nas empresas, quem sempre cuidou da comunicação interna, por exemplo, foram os profissionais de recursos humanos. Mesmo sem a formação específica, os RHs, começaram a desenvolver os primeiros informativos internos, jornais murais, festas de confraternizações, dentre outros meios de relacionamento com seu público interno. Os RHs chegaram primeiro e os profissionais de comunicação, posteriormente, vieram para apoiar as ações de comunicação interna, para contribuir na elaboração dos projetos direcionados à gestão das pessoas. A relação que precisa existir entre os profissionais de Recursos Humanos e Relações Públicas é de parceria. Como enfatizam França e Leite (2007), “estabelecer parcerias entre as áreas (comunicação e recursos humanos) para que o processo estratégico de comunicação seja planejado de comum acordo, unificado, para atingir os objetivos da organização e surtir os resultados programados”. Pensar em comunicação na empresa, nada mais é do que tratar de seu processo de gestão, e ao trabalhar a comunicação de forma integrada (administrativa – interna, institucional e mercadológica), o profissional de Relações Públicas poderá ser um parceiro nesta construção. Então, RH, conte com este profissional na estrutura da sua organização!
Presidente ABRH-PE e Presidente do CONRERP (5ª região)
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Cultura da Confiança
Considerando os principais pilares da cultura brasileira – o poder, as relações e a flexibilidade, segundo Betânia Tanure, Paul Evans e Vladimir Pucik no livro Gestão de Pessoas no Brasil, a realidade das organizações do Nordeste caracterizam-se por uma forte concentração de poder, a centralização no processo decisório, que provavelmente é fruto da influência do coronelismo na região. Com este estilo de gestão, fundamentada na monitoração e controle, as empresas, especialmente as familiares, administram suas equipes de trabalho utilizando diversos instrumentos burocráticos, e muitas regras, contratos e normas formais, reforçando suas estruturas hierárquicas e produzindo um baixo grau de sociabilidade e cooperação. Neste contexto, os indivíduos agem muito mais buscando os seus próprios interesses do que em favor da coletividade, não há um compartilhamento de valores para que se construa uma cultura corporativa mais consistente, que considere prioritariamente as relações mais consensuais. Numa gestão baseada na confiança, o mecanismo de controle é a própria relação de confiança, que produz um ambiente de cooperação espontânea em equipe e autonomia individual, o estímulo à criação e inovação, levando à satisfação, motivação e comprometimento das pessoas. Além disso, as empresas terão menos custo com mecanismos de controles, e terão uma redução no índice de absenteísmo, e nos custos com questões trabalhistas e comportamentos oportunistas. Portanto, para que as relações de confiança sejam construídas nas empresas, é preciso considerar alguns elementos fundamentais, como a comunicação aberta, honesta e transparente com os funcionários, e a integridade nas relações internas, promovendo a percepção da justiça e dos benefícios mútuos. As relações de confiança serão sustentadas e sustentarão o exercício desta gestão quando houver, de fato, consistência, transparência e coerência nas atitudes diárias. É sobre esta temática que o 13º Congresso Nordestino sobre Gestão de Pessoas abordará nos dias 13 a 15 de setembro no Centro de Convenções. Participe deste debate!
Cibelli Pinheiro
Presidente ABRH-PE
Presidente CONRERP – 5ª Região
