terça-feira, 5 de outubro de 2010

O que faz RRPP?

As empresas hoje estão tratando a comunicação corporativa de forma mais estratégica, o que implica em mudanças no perfil de quem atua na área. Este especialista deve cuidar da comunicação de forma integrada (institucional, mercadológica e interna), função esta atribuída ao trabalho desenvolvido pelo profissional de Relações Públicas. Conforme resolução da profissão, são funções e atividades privativas dos profissionais de Relações Públicas todas as ações de uma organização de qualquer natureza que visa estabelecer e manter, pela comunicação, a compreensão mútua com seus públicos.


As Relações Públicas, portanto, caracterizam-se pela aplicação de conceitos e técnicas de Comunicação Estratégica - com o objetivo de atingir de forma planificada os objetivos globais e os macro-objetivos para as organizações; Comunicação Dirigida - com o objetivo de utilizar instrumentos para atingir públicos segmentados por interesse comuns; Comunicação Integrada - com o objetivo de garantir a unidade no processo de comunicação com a concorrência dos variados setores de uma organização.


Nos últimos anos a área de comunicação nas organizações vem crescendo e se estruturando, apontando mudanças, tanto com relação à formação acadêmica dos profissionais que atuam na área, quanto à posição ocupada por eles no organograma, sinalizando, como já dito, que a Comunicação Corporativa tem tido importância cada vez mais estratégica nas empresas. É fundamental, pois, ressaltar quais as práticas desenvolvidas pelo profissional especialista em comunicação – o que faz RRPP?


São atividades específicas de RRPP: o planejamento e coordenação de pesquisas de opinião pública para fins institucionais e de imagem; planejamento e execução de campanhas de opinião pública; orientação aos dirigentes de instituições públicas ou privadas na formulação das políticas de Relações Públicas; promoção da integração institucional na comunidade; informação e orientação da opinião pública sobre os objetivos elevados das instituições; assessoramento na solução de problemas das instituições que repercutam perante a opinião pública (gerenciamento de crises). Atividades estas fundamentais para resgatar, manter e conquistar uma imagem positiva da sua organização perante os seus públicos. Conheça, valorize e contrate este profissional! Mais informações sobre a profissão procure o conselho - conrerp5@terra.com.br.

O que faz RRPP?

As empresas hoje estão tratando a comunicação corporativa de forma mais estratégica, o que implica em mudanças no perfil de quem atua na área. Este especialista deve cuidar da comunicação de forma integrada (institucional, mercadológica e interna), função esta atribuída ao trabalho desenvolvido pelo profissional de Relações Públicas. Conforme resolução da profissão, são funções e atividades privativas dos profissionais de Relações Públicas todas as ações de uma organização de qualquer natureza que visa estabelecer e manter, pela comunicação, a compreensão mútua com seus públicos.

As Relações Públicas, portanto, caracterizam-se pela aplicação de conceitos e técnicas de Comunicação Estratégica - com o objetivo de atingir de forma planificada os objetivos globais e os macro-objetivos para as organizações; Comunicação Dirigida - com o objetivo de utilizar instrumentos para atingir públicos segmentados por interesse comuns; Comunicação Integrada - com o objetivo de garantir a unidade no processo de comunicação com a concorrência dos variados setores de uma organização.

Nos últimos anos a área de comunicação nas organizações vem crescendo e se estruturando, apontando mudanças, tanto com relação à formação acadêmica dos profissionais que atuam na área, quanto à posição ocupada por eles no organograma, sinalizando, como já dito, que a Comunicação Corporativa tem tido importância cada vez mais estratégica nas empresas. É fundamental, pois, ressaltar quais as práticas desenvolvidas pelo profissional especialista em comunicação – o que faz RRPP?

São atividades específicas de RRPP: o planejamento e coordenação de pesquisas de opinião pública para fins institucionais e de imagem; planejamento e execução de campanhas de opinião pública; orientação aos dirigentes de instituições públicas ou privadas na formulação das políticas de Relações Públicas; promoção da integração institucional na comunidade; informação e orientação da opinião pública sobre os objetivos elevados das instituições; assessoramento na solução de problemas das instituições que repercutam perante a opinião pública (gerenciamento de crises). Atividades estas fundamentais para resgatar, manter e conquistar uma imagem positiva da sua organização perante os seus públicos. Conheça, valorize e contrate este profissional! Mais informações sobre a profissão procure o conselho - conrerp5@terra.com.br.

O que é RRPP?

RRPP – Relações Públicas. No dia 2 de dezembro de l876, nasceu em Penedo (AL), o primeiro profissional de Relações Públicas no Brasil – Eduardo Pinheiro Lobo, tendo a profissão como marco inicial o dia 30 de janeiro de l914 em São Paulo, quando Eduardo Lobo foi nomeado para chefiar o recém criado Departamento de Relações Públicas de uma empresa canadense (The São Paulo Tramway Light And Power Co. Limited), uma concessionária da iluminação pública e do transporte coletivo na capital paulista. Na ocasião a direção da Light, sentindo a necessidade de um setor especializado para cuidar do seu relacionamento com os órgãos da imprensa e com os poderes concedentes, desenvolveu um trabalho de Relações Públicas com a imprensa, visando o esclarecimento da opinião pública.

A partir de então, a profissão de Relações Públicas que iniciou timidamente, tornou-se essencial em todas as organizações do mundo globalizado. Uma área que atualmente se apresenta em franco desenvolvimento em razão da conscientização da sociedade que reforça a necessidade de maior transparência nas relações. Relações com consumidores mais exigentes, leitores e espectadores mais atentos, funcionários mais conscientes, vivemos o momento em que a informação está cada vez mais democatizada pelo ambiente digital e a interatividade é feita em tempo real, tudo isso e muito mais exigem das organizações a ampliação do diálogo, o fortalecimento do relacionamento entre as pessoas. E essa é a especialidade da área de Relações Públicas, cuidar das relações entre os mais diversos públicos de interesse das organizações.

A tendência e as perspectivas das relações públicas no Brasil e no mundo são promissoras, uma profissão do presente e do futuro. Segundo uma Pesquisa da Revista Exame (ano 39, nº7, 13/abril/2005), baseado no Estudo do Instituto do Trabalho dos EUA, a Profissão de Relações Públicas está entre as cinco carreiras mais promissoras para os próximos 10 anos. Conheça, valorize e seja este profissional! Mais informações sobre a profissão procure o conselho - conrerp5@terra.com.br.

domingo, 22 de agosto de 2010

RH x RP

Qual a relação entre Recursos Humanos e Relações Públicas?

Recentemente fui procurada por uma aluna da Faculdade Cásper Líbero (em São Paulo) fazendo esta indagação. Este mesmo questionamento também é feito por meus alunos dos cursos de pós-graduação em Gestão de Pessoas que migraram da área de comunicação (especificamente relações públicas) para o RH. O que RH tem a ver com RP e como é ou deve ser esta relação? Na década de 70, quando a comunicação organizacional no Brasil teve seu início, não podíamos ainda contar com profissionais da área de comunicação, pois o primeiro curso de Jornalismo foi criado em 1947 pela faculdade acima citada e o de Relações Públicas em 1967, pela Escola de Comunicação e Artes em São Paulo. Foi somente nas décadas de 80 e 90 que ocorreu o desenvolvimento da comunicação empresarial no nosso país. Portanto, antes da existência dos departamentos de comunicação, da presença de comunicadores formados nas empresas, quem sempre cuidou da comunicação interna, por exemplo, foram os profissionais de recursos humanos. Mesmo sem a formação específica, os RHs, começaram a desenvolver os primeiros informativos internos, jornais murais, festas de confraternizações, dentre outros meios de relacionamento com seu público interno. Os RHs chegaram primeiro e os profissionais de comunicação, posteriormente, vieram para apoiar as ações de comunicação interna, para contribuir na elaboração dos projetos direcionados à gestão das pessoas. A relação que precisa existir entre os profissionais de Recursos Humanos e Relações Públicas é de parceria. Como enfatizam França e Leite (2007), “estabelecer parcerias entre as áreas (comunicação e recursos humanos) para que o processo estratégico de comunicação seja planejado de comum acordo, unificado, para atingir os objetivos da organização e surtir os resultados programados”. Pensar em comunicação na empresa, nada mais é do que tratar de seu processo de gestão, e ao trabalhar a comunicação de forma integrada (administrativa – interna, institucional e mercadológica), o profissional de Relações Públicas poderá ser um parceiro nesta construção. Então, RH, conte com este profissional na estrutura da sua organização!

Presidente ABRH-PE e Presidente do CONRERP (5ª região)

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Cultura da Confiança

Consistência, Transparência e Coerência

Considerando os principais pilares da cultura brasileira – o poder, as relações e a flexibilidade, segundo Betânia Tanure, Paul Evans e Vladimir Pucik no livro Gestão de Pessoas no Brasil, a realidade das organizações do Nordeste caracterizam-se por uma forte concentração de poder, a centralização no processo decisório, que provavelmente é fruto da influência do coronelismo na região. Com este estilo de gestão, fundamentada na monitoração e controle, as empresas, especialmente as familiares, administram suas equipes de trabalho utilizando diversos instrumentos burocráticos, e muitas regras, contratos e normas formais, reforçando suas estruturas hierárquicas e produzindo um baixo grau de sociabilidade e cooperação. Neste contexto, os indivíduos agem muito mais buscando os seus próprios interesses do que em favor da coletividade, não há um compartilhamento de valores para que se construa uma cultura corporativa mais consistente, que considere prioritariamente as relações mais consensuais. Numa gestão baseada na confiança, o mecanismo de controle é a própria relação de confiança, que produz um ambiente de cooperação espontânea em equipe e autonomia individual, o estímulo à criação e inovação, levando à satisfação, motivação e comprometimento das pessoas. Além disso, as empresas terão menos custo com mecanismos de controles, e terão uma redução no índice de absenteísmo, e nos custos com questões trabalhistas e comportamentos oportunistas. Portanto, para que as relações de confiança sejam construídas nas empresas, é preciso considerar alguns elementos fundamentais, como a comunicação aberta, honesta e transparente com os funcionários, e a integridade nas relações internas, promovendo a percepção da justiça e dos benefícios mútuos. As relações de confiança serão sustentadas e sustentarão o exercício desta gestão quando houver, de fato, consistência, transparência e coerência nas atitudes diárias. É sobre esta temática que o 13º Congresso Nordestino sobre Gestão de Pessoas abordará nos dias 13 a 15 de setembro no Centro de Convenções. Participe deste debate!

Cibelli Pinheiro
Presidente ABRH-PE
Presidente CONRERP – 5ª Região

Consistência, Transparência e Coerência

A Confiança como base para Construção de Relações Sustentáveis

Adotar um estilo de Gestão por Confiança é simplesmente, aplicar os princípios definidos pela organização na sua concepção de vida e planejamento. É adotar comportamentos diários baseado em valores. Nesta gestão, a consistência será caracterizada por um comportamento constante, ligado aos seus valores e princípios. Tais comportamentos e/ou opiniões devem ser estáveis, considerando as atitudes alinhadas com um histórico de condutas passadas, como por exemplo, alguém que sempre respeitou os prazos estabelecidos para conclusão do trabalho (valor pessoal), tende a fazer o mesmo em diversas situações vivenciadas, devido ao seu histórico de pessoa responsável, cumpridora das suas obrigações. A consistência, portanto, está relacionada à sua credibilidade, resultado do seu histórico profissional e das suas relações pessoais e profissionais. E como nova competência exigida para o RH atual, a credibilidade pessoal, é o que promoverá o trabalho consistente do RH nas organizações, influenciando culturas e contribuindo com as transformações necessárias. O “novo” RH não pode mais se limitar às ações operacionais, ser fazedor de festinhas e motivador de pessoas, seu olhar estratégico deve estar voltado para a necessidade de criar um ambiente de confiança como base para a construção de relações sustentáveis. Para tanto, a transparência na comunicação interna é fundamental nesta construção, falar a verdade, não ocultar informação, compartilhar decisões, deixar todos muito bem informados e seguros. Transformar a cultura da informação para uma cultura do diálogo, em que todos os funcionários são considerados e respeitados no momento da comunicação. É preciso que haja também a coerência, a concordância entre o que a pessoa diz e faz, pois é melhor o bom exemplo dado por uma atitude positiva do que belas palavras de um discurso bonito e muitas vezes vazio. Não podemos fazer um discurso quando não há garantia de cumprimento do que está se prometendo, é preciso calcular o alcance das nossas palavras (elas não são jogadas no vento), ver o quanto são significativas para quem as ouve. O discurso do gestor de pessoas deve, portanto, refletir sua prática! Para construir uma gestão baseada na confiança faz-se necessário a consistência das ações, a transparência na comunicação e a coerência entre seu discurso e prática.


Cibelli Pinheiro
Presidente ABRH-PE
Presidente CONRERP – 5ª Região

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Imagem da Organização

Boa Comunicação gera Boa Imagem!

A criação de valor de uma empresa para a sociedade é construída a partir do fortalecimento da sua imagem e reputação perante a opinião pública. A palavra IMAGEM, vem do latim imagine, segundo o Aurélio é “aquilo que evoca uma determinada coisa, por ter ela semelhança ou relação simbólica”.Como diz Neves (1998), Imagem é como percebemos as coisas. Esta percepção, no contexto organizacional, torna-se realidade à medida que a empresa é percebida positiva ou negativamente pelos seus mais diversos públicos com os quais se relaciona. Especialmente o público interno, que retrata fielmente a imagem da empresa nas suas relações pessoais e profissionais. Projetar uma imagem além do real é muito comum no mundo de negócios e até mesmo na vida real. Imagens irreais, distorcidas, aquém e além, são projetadas e percebidas neste mercado. São as práticas de uma comunicação diferenciada fundamentada no diálogo, na verdade e transparência, que conduz todos esses públicos, ao mesmo tempo, aos valores e a identidade da organização. Portanto, para ter, manter ou resgatar uma imagem positiva é necessário ter CREDIBILIDADE (tanto a empresa, como o profissional), construída através de conceitos reais, exemplos diários e atitudes coerentes. Este é o maior patrimônio que uma organização pode conquistar – sua credibilidade. Para construir leva-se tempo. Para perdê-la, é rápido, basta um pequeno deslize. As organizações (e as pessoas) precisam estar atentas sobre o quê e como se comunicam, devem proteger e fortalecer cada vez mais sua imagem, pois dependendo de como é feita esta comunicação, pode-se construir ou destruir em um só discurso ou numa só prática, todo um trabalho realizado neste mercado. A comunicação (interna/externa), portanto, é meio pelo qual organizações e profissionais podem garantir uma boa imagem, agregando valor e resultados positivos ao relacionamento da empresa com seus clientes, colaboradores, consumidores e sociedade.


Cibelli Pinheiro
Presidente ABRH-PE e do Conselho dos Profissionais de Relações Públicas.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O Fundamento da Comunicação

Transparência e Verdade

Atualmente cerca de 90% dos problemas das empresas giram em torno da comunicação ou da ausência dela (Peter Roussel). Pensando na melhoria da comunicação entre os setores (intrafuncional) e do fluxo das informações na empresa, muitos são os investimentos em instrumentos de comunicação, mas pouco é investido na Comunicação Humana. Constatamos organizações que possuem alta tecnologia, inúmeras ferramentas, mas não se comunicam adequadamente com suas equipes. É certo que a comunicação instrumental serve apenas de apoio à comunicação humana. A comunicação no ambiente de trabalho não é um dado da natureza, ela precisa ser trabalhada. Precisamos manter todos bem informados, oferecendo feedbacks adequados, explicando decisões e políticas, normas e procedimentos, sendo franco quanto aos próprios problemas apresentados e resistindo à tentação de reter informações para usá-las como ferramenta de poder para punições ou recompensas. É preciso fazer com que as coisas sejam colocadas de modo claro, sem obscurantismo, sem esconder razões e motivos. A comunicação precisa ser transparente e verdadeira. Dizer a verdade e colocar sinceramente as expectativas que temos em relação às pessoas, ser o mais límpido e transparente possível. É preciso também ter coragem de falar a verdade ao poder em razão do compromisso com seus valores e os valores essenciais da organização. Não podemos ocultar informações para qualquer que seja o nível hierárquico. As informações decisivas devem chegar à pessoa certa, na hora certa e pela razão certa. Investir, portanto, nesta comunicação é ferramenta estratégica de gestão. Para Marchiori (2005) "A busca da valorização da comunicação interna deve ser entendida como estratégia básica dos empresários que desejam a efetividade de sua organização".


terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Comunicação Organizacional

Relações Públicas

O profissional de Relações Públicas tem como objeto essencial de trabalho a gestão da comunicação organizacional, desenvolvendo políticas e estratégias que atendam as novas demandas comunicacionais. Seu maior desafio é apresentar a Comunicação como fundamental para a gestão estratégica das organizações, trabalhando de forma integrada a comunicação institucional e mercadológica (interna e externa). Num contexto de constantes e rápidas mudanças de mercado, faz-se necessário que este profissional influencie a cultura das nossas organizações, transformando uma cultura da informação para a cultura de comunicação e relacionamento, e mais ainda, para uma cultura baseada no diálogo. Pois é através do diálogo que o trabalho de Relações Públicas poderá gerar o nível de confiança necessário e desejado dentro e fora das organizações. Seu papel neste processo de geração de confiança é fundamental, deve contribuir na gestão da comunicação através de atitudes diárias como a integridade, clareza, transparência e verdade nas informações prestadas, dentre outros aspectos e valores que contribuem ara a construção da confiabilidade tanto interna como externa. Baseado neste entendimento o conceito das Relações Públicas se apresenta em alguns países em que a profissão é reconhecida, como na França que apresenta as Relações Públicas como inicialmente, o conjunto de meios utilizados pela empresa para criar um clima de confiança junto ao seu pessoal, junto aos grupos com os quais se acham ligados e, comumente, junto ao público em geral, tendo em vista proteger sua atividade e favorecer seu desenvolvimento. E no Brasil as “Relações Públicas é o esforço deliberado, planificado, coeso e contínuo da alta administração para estabelecer e manter uma compreensão mútua entre uma organização pública ou privada, assim como entre a organização e todos os grupos sociais aos quais está ligada, direta ou indiretamente”. As organizações, portanto, devem olhar para a importância e o papel deste comunicador, de como o profissional de Relações Públicas pode contribuir para uma melhor comunicação corporativa.

Cibelli Pinheiro

Relações Públicas